É necessário estar consciente das dificuldades que se encontram presentes nas nossas escolhas e ter noção que fomos nós que escolhemos. É assim que se constrói uma vida e uma carreira, é à base de escolhas. Cada escolha é uma decisão que pode ser tomada de duas formas: conscientemente ou inconscientemente. Conscientemente quando sabemos e percebemos as consequências e vantagens dessa decisão. Inconscientemente quando, por vezes, nos parece, à primeira vista, um atalho para atingirmos um certo objectivo ou sermos literalmente obrigados a tomar essa decisão.
A percentagem das pessoas que se arrependem das decisões que tomaram na vida é muito superior à das pessoas que são perfeitamente felizes com o que têm. Mas será possível ser perfeitamente feliz com a própria vida? Não haverá qualquer tipo de arrependimento com alguma escolha que tenhamos tido? Existe a felicidade total, ou será isso apenas algo espontâneo de um acontecimento da nossa vida. Com isto quero dizer, por exemplo, um momento em que recebamos uma notícia a avisar que fomos promovidos, ou que recebemos uma boa proposta de trabalho. Nesse preciso momento sentimos que somos as pessoas mais felizes do mundo. Mas isso é apenas um acontecimento de felicidade espontânea que dura segundos e não uma vida. Então teremos de dizer que uma vida perfeitamente feliz é feita unicamente de momentos de felicidade espontânea. Quem tem uma vida feita só desses momentos de felicidade espontânea? Direi impossível. Há e haverá sempre acontecimentos que nos hão de perturbar e nos marcar negativamente. A morte de um familiar, a perda de uma oportunidade, uma má escolha que nos tenha custado algo a nós ou a alguém. Isso tudo contribui para que não tenhamos uma vida inteiramente feliz.
Então é preciso registar na nossa mente que somos o que provém das nossas escolhas e que teremos de temer aquilo que decidimos?
Não, é preciso viver com o conteúdo da escolha e não com o que rodeia essa escolha. É preciso viver na constante procura de momentos de felicidade espontânea e aproveitá-los. E como não há como evitar o que nos afecta e nos perturba teremos de perceber isso e seguir em frente.
Isto não é uma daquelas lições que vêem nos panfletos das igrejas católicas que nos dão nas ruas, mas sim algo que temos de parar para pensar e questionar. É um pensamento e não uma lição. É um "Act".
A percentagem das pessoas que se arrependem das decisões que tomaram na vida é muito superior à das pessoas que são perfeitamente felizes com o que têm. Mas será possível ser perfeitamente feliz com a própria vida? Não haverá qualquer tipo de arrependimento com alguma escolha que tenhamos tido? Existe a felicidade total, ou será isso apenas algo espontâneo de um acontecimento da nossa vida. Com isto quero dizer, por exemplo, um momento em que recebamos uma notícia a avisar que fomos promovidos, ou que recebemos uma boa proposta de trabalho. Nesse preciso momento sentimos que somos as pessoas mais felizes do mundo. Mas isso é apenas um acontecimento de felicidade espontânea que dura segundos e não uma vida. Então teremos de dizer que uma vida perfeitamente feliz é feita unicamente de momentos de felicidade espontânea. Quem tem uma vida feita só desses momentos de felicidade espontânea? Direi impossível. Há e haverá sempre acontecimentos que nos hão de perturbar e nos marcar negativamente. A morte de um familiar, a perda de uma oportunidade, uma má escolha que nos tenha custado algo a nós ou a alguém. Isso tudo contribui para que não tenhamos uma vida inteiramente feliz.
Então é preciso registar na nossa mente que somos o que provém das nossas escolhas e que teremos de temer aquilo que decidimos?
Não, é preciso viver com o conteúdo da escolha e não com o que rodeia essa escolha. É preciso viver na constante procura de momentos de felicidade espontânea e aproveitá-los. E como não há como evitar o que nos afecta e nos perturba teremos de perceber isso e seguir em frente.
Isto não é uma daquelas lições que vêem nos panfletos das igrejas católicas que nos dão nas ruas, mas sim algo que temos de parar para pensar e questionar. É um pensamento e não uma lição. É um "Act".
Charles Henry
Concordo em parte, mas como já foi dito (por alguém que não fui eu):"A vida não é a preto e branco", ou seja, não é definida como bem ou mal.
ResponderEliminarEm relação às escolhas, às vezes depende mais a maneira de como lidamos com as nossas escolhas (conscientes ou inconscientes)do que propriamente com o conteúdo da escolha.
Não é impossível ter uma vida feliz, simplesmente porque a felicidade não vem apenas de momentos de felicidade espontânea, existem desilusões, perdas e tudo mais... mas também existem momentos de orgulho inocente e segundas (terceiras, quartas e quintas...) oportunidades, apenas essas não caem do céu, e podem até não ser tão boas como a primeira, mas é a vida, é isso que faz de nós vivos, e só os mortos estão seguros do que são... mortos.
Nós vivos temos de aprender a viver, e tentar chegar ao nosso objectivo comum, uma vida feliz.
Por aí passa aproveitar as más escolhas, combater orgulhos, ultrapassar perdas e barreiras, e ganhar mais "momentos de felicidade espontânea".
Acredito quem haja pessoas que não concordem com o que acabei de escrever, e até que posso ser mal interpretada, mas a escolha é minha.
Estou de acordo...a nossa vida é feita de escolhas e muitas vezes essas escolhas determinam ou não a existência de "momentos de felicidade espontânea"....na minha opinião a vida é como que uma casa nova; sem mobília,cor,decoração tudo o que torna uma casa viva..e tal como uma casa vazia a nossa vida é também assim, que com o passar do tempo vai sendo preenchida com coisas belas e outras menos belas,ou seja, com momentos de felicidade e com momentos de sofrimento....e daí vem a necessidade de preencher a "casa" com objectos belos, tal como na vida devemos procurar a felicidade...
ResponderEliminarMas nao podemos só aceitar os momentos bons, temos de perceber que a vida é feita de momentos também menos bons e temos de os aceitar e procurar tornar-nos mais fortes através deles...
Os teus textos sao relativamente maus
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